Rótulos: o que você precisa saber sobre eles 

Você já parou para dar uma lida básica nos rótulos dos produtos? Se a resposta é positiva, muito provavelmente acabou desistindo de tentar entender toda aquela esquisitice.

A questão é que, para ter uma alimentação saudável, o ideal é fugir dos alimentos super processados. Só que, para isso, ler os rótulos é fundamental.

O que fazer então? Como reconhecer os produtos prejudiciais à saúde na prateleira, pelo rótulo? Pensando nisso, nós bolamos algumas dicas para ajudar você a desvendar os segredos dos rótulos. Assim você vai poder fugir dos alimentos prejudiciais com toda segurança e incrementar sua dieta!

O que deve ser identificado nos rótulos

Refeição light congelada, um pacotinho de biscoito, saco de salgadinho. Vamos ser sinceros, às vezes simplesmente não dá para fugir deles quando a fome bate e não há tempo para cozinhar.

Claro que você, que valoriza seus treinos, vai escolher as opções mais leves. O problema é que nem sempre os super processados são muito flagrantes. E aí a saída é ler o rótulo.

E bem que a gente tenta. Você sabia que uma pesquisa do Ministério da Saúde mostrou que 70% das pessoas têm o hábito de ler os rótulos na hora da compra? Só que metade delas simplesmente não entende as informações contidas neles.

O rótulo com informações nutricionais dos produtos é obrigatório pela Anvisa desde 2001. A própria Anvisa publicou uma cartilha para ajudar o consumidor a ler os rótulos.

Mas a verdade é que você realmente não precisa compreender a fundo todos os detalhes – só algumas informações mais relevantes. Elas são, por exemplo, a porção ideal para consumo, o valor energético, a quantidade de sódio, proteínas, carboidratos, gorduras trans, etc.

Por exemplo, um alimento integral deve ter uma quantidade significativa de fibras. Desconfie se não for o caso. Gordura saturada, gordura trans e sódio são mais comuns em alimentos super processados.

Veja como identificar as principais informações dos rótulos

Porção – geralmente em g ou ml. De acordo com os nutricionistas, uma das principais informações é a porção, já que ela é a base para todas as outras. A questão é que muitas vezes o valor informado na tabela não se refere a todo o conteúdo da embalagem.

Você pode ter um produto de 100g que traz informação sobre 25g, por exemplo. Na verdade, se consumir o pacote inteiro estará ingerindo 4 vezes mais do que o recomendado no rótulo. Ou seja, o ideal é que consuma apenas um quarto do pacote.

%VD – Percentual de Valores Diários – Significa o quanto o alimento representa em nutrientes em relação a uma dieta de 2000 Kcal, padrão para adultos, usada para referência. Então, se uma sopa em pacote cujo rótulo mostrar 90% do VD de sódio, significa que só ela já fornece praticamente toda a quantidade de sódio recomendada por dia.

Medida caseira – Para facilitar o entendimento, indica a medida normalmente utilizada pelo consumidor para medir alimentos. Pode ser unidades, pote, fatias, colheres, xícaras, copos, etc.

Valor energético – São as calorias (Kcal). Representa a quantidade de energia que o corpo deverá produzir a partir da ingestão daquele alimento. Se encontrar essa medida em Kj (quilojoules), lembre que 1 Kcal = 4 Kj. Como já falamos antes, o padrão para um adulto é uma dieta de 2000 Kcal.

Proteínas – A necessidade diária de proteína é de 75g, sempre consumidas ao longo do dia. São elas que ajudam a construir não apenas o tecido muscular, mas também os das células e de todo o corpo. Dão sensação de saciedade e são encontradas em maior quantidade nas carnes, nos produtos lácteos e nas leguminosas.

Carboidratos – São fontes de energia. A recomendação é a ingestão de 300g diários. Lembre-se que o que não é utilizado acaba estocado em forma de gordura. Mais um motivo para ficar de olho no %VD. Pães, massas, tubérculos, farinhas e doces são campeões em carboidratos.

Gorduras trans – Ou ácidos trans. Presentes principalmente nos produtos industrializados. Ela é tão pouco importante para o organismo que a Anvisa recomenda uma dose máxima de 2 g por dia. Presentes principalmente em alimentos com gordura hidrogenada, ainda fazem mal ao coração.

Gorduras saturadas – Em excesso podem causar doenças cardiovasculares. A recomendação é de apenas 22 g por dia. Muito presente em produtos de origem animal.

Gorduras totais – São altamente energéticos e ainda auxiliam a transportar vitaminas A, D, E e K – mas engordam. É a soma de todas as gorduras e a dose máxima diária recomendada é de 55 g.

Fibras – Essenciais para o bom funcionamento do organismo, controlam as taxas de glicemia e colesterol, melhoram as funções intestinais e o efeito de saciedade. Presentes em frutas, hortaliças, feijões e alimentos integrais, seu consumo máximo diário deve ser de 55g.

Sódio – Em excesso, o sódio é o vilão da história, mas na medida certa regula a função hídrica e é necessário para o perfeito desempenho do cérebro. É o principal componente do sal de cozinha e está fartamente presente nos produtos industrializados e super processados – inclusive no light e nos doces. O máximo recomendado por dia é 2.400 mg.

Viu como pode ser fácil ler os rótulos das embalagens? Agora sim, você está pronto para melhorar ainda mais sua dieta!

Aproveite e consulte um nutricionista para fazer um plano alimentar individualizado, que agregue suplementos e potencialize seus treinos.

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Ficou ótimo! E até me veio uma outra ideia aqui para uma nova pauta. A leitura dos ingredientes no rótulo também é importantíssimo, podemos fazer um e esclarecer algumas dúvidas sobre ingredientes. https://bellafalconi.blogosfera.uol.com.br/2017/09/07/os-ingredientes-que-estao-no-rotulo-do-alimento-e-que-voce-deveria-evitar/

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